Lausperene Diocesano | Diocese Bragança-Miranda
Ano Pastoral 2025/2026
Orientações para os Fiéis
- Quanto possível, o tempo de adoração Eucarística em cada Paróquia seja precedida de celebração Eucarística, que reúna os fiéis das várias comunidades da Paróquia.
- Fica ao critério do Pároco, que a adoração eucarística se desenrole numa mesma igreja, ou que se prolongue nas diferentes igrejas da Paróquia.
Para zeladores das igrejas:
- De preferência ter um ostensório, também denominado custódia, para colocar Nosso Senhor na hóstia consagrada. Se a paróquia ou localidade não tiverem esta alfaia litúrgica, pode colocar-se a píxide em cima do altar, ou apenas abrir a porta do sacrário.
- Para honrar o Rei divino, a Igreja terá os adornos próprios do tempo litúrgico, mas coloquem-se flores (mesmo na quaresma com moderação) junto à exposição do Senhor, juntamente com os candelabros ou velas julgados oportunos.
- A píxide ou o ostensório devem estar assentes num corporal (pano de linho de maiores dimensões dos que servem ao altar).
- Enquanto Nosso Senhor estiver exposto deve ter alguma pessoa por companhia.
- Os fiéis que desejarem participar na adoração devem inscrever-se previamente, colocando a hora e o tempo em que terão disponibilidade para "estar com Jesus", de modo a fazer uma escala ininterrupta, durante o tempo que for possível.
- Durante a exposição deve evitar-se de todo conversas ou ruídos que perturbem o recolhimento e a oração, o diálogo pessoal com Jesus. As pessoas perguntam; "Como devemos estar?" Ou: "O que devemos rezar?" Pense-se: qual a atitude quando se está com um amigo, com uma pessoa que sabemos que nos ama? Conversamos, desabafamos, pedimos perdão e louvamos. Jesus é o melhor Amigo.
- Seria desejável, quanto possível, fazer-se uma adoração comunitária ou no início ou no final do tempo em que o Senhor estiver exposto.
- Durante a adoração comunitária e pessoal podem entoar-se cânticos e leituras próprias, mas recomenda-se o silêncio como forma de contemplação e oração do coração.
- Será conveniente que a reposição do Senhor seja feita pelo Presbítero, terminando com a bênção própria, ou por um Diácono. Não sendo possível pode ser feita por um Ministro Extraordinário da Comunhão, com a máxima solenidade, mas sem bênção.
Ficheiros:
| Anexo | Tamanho |
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| 172.27 KB |





